Acionador automático de bomba d’água (ART189)

Este aparelho, na verdade tem muitas outras utilidades além de acionar uma bomba de elevação de água quando um reservatório estiver com o nível muito baixo.

Trata-se de um automatismo que aciona uma bomba de água quando um sensor detecta a presença da água (para o caso de se fazer a exaustão) ou a ausência (para se encher um reservatório).

 

Temos então as seguintes possibilidades de aplicação:

a)Num porão ou local inundável ele detecta a presença de água acionando uma bomba de esgotamento durante o tempo que a água estiver presente.

b)Numa caixa d’água ou reservatório, ele aciona uma bomba para encher quando o nível estiver muito baixo, até ser atingido um nível pré-estabelecido ou ainda de forma temporizada, devendo para isso ser conjugado a outros automatismos.

c)Num aquário ele detecta a queda de nível de água em caso de um vazamento, acionando um alarme.

d)Num jardim ele detecta quando a terra está seca, acionando um sistema de irrigação automático.

 

FUNCIONAMENTO

A figura 1 mostra o diagrama completo deste automatismo.

Um transistor Darlington de altíssimo ganho é o responsável pelo acionamento de um relé. A carga do relé pode ser qualquer dispositivo externo de bombeamento de água ou alarme.

Figura 1 – Diagrama completo do acionador de bomba d´água.

 

A alimentação do circuito é feita com uma baixa tensão que é obtida de uma fonte com transformador. A presença do transformador é muito importante para garantir segurança, isolando o circuito do sensor de modo a evitar choques, já que este sensor fica em contato com a água.

O tipo de acionamento do relé depende do modo como o sensor é ligado ao circuito.

Se ligarmos o sensor entre o positivo da alimentação e a base do transistor, teremos o acionamento pela presença da água. Neste caso, a água conduz a corrente de disparo entre os dois fios do sensor, quando entrar em contato com eles.

Se ligarmos o sensor da base ao negativo da alimentação (0V), o disparo do circuito ocorre quando não houver água em contato com seus fios. Nos dois casos, o potenciômetro P1 serve para controlar a sensibilidade do circuito.

O sensor, na sua forma mais simples consiste em dois pedaços de fios comuns com as pontas descascadas. Quando essas pontas entram em contato com a água circula uma corrente que dispara o circuito.

 

MONTAGEM

Os componentes são instalados numa placa de circuito impresso com a disposição mostrada na figura 2.

Figura 2 – Disposição dos componentes numa placa de circuito impresso.

 

Na condição de espera, com o relé desativado, a corrente que circula pelo circuito é muito baixa e consequentemente também é baixo o seu consumo. De fato, o consumo da unidade inferior é a 5 watts nessas condições, o que permite que ela fique permanentemente ligada sem problemas.

Os resistores são de 1/8W ou maiores e o transformador tem enrolamento primário conforme a rede de energia e secundário de 12+12V com uma corrente de pelo menos 200 mA.

O relé sugerido tem contatos reversíveis para 10 A, o que permite alimentar bombas de água com até 2 HP de potência, sem perigo de sobre cargas.

O capacitor eletrolítico usado na filtragem da fonte deve ter uma tensão mínima de trabalho de 25V.

O sensor deve ter pelo menos 2 ou 3 cm de suas pontas descascadas e os fios devem ficar afastados um do outro de uns 4 ou 5 cm.

 

UTILIZAÇÃO

Na figura 3 mostramos como deve ser instalado o sensor para detectar a presença de água ou umidade, nos dois modos de funcionamento.

Figura 3 – Detalhe da instalação dos sensores.

 

Para instalar o aparelho use fios compatíveis com a corrente do sistema de bombas ou alarme, e ajuste P1 de modo a obter o disparo com o contato ou ausência de água conforme a modalidade de funcionamento.

Instale o conjunto numa caixa vedada para evitar que a umidade afete o circuito interno.

O fio de conexão do sensor ao circuito pode ser longo e não precisa ser blindado. Para o cabo de alimentação, também pode ser usado fio comum longo, mas para o acionamento da bomba, o fio deve ser grosso e preferivelmente não deve ter mais do que 5 metros.

 

 

DISPARANDO COM A LUZ

Este automatismo também pode usar um sensor de luz em lugar de um sensor de água de modo a disparar um relé pela presença de luz ou pela sua ausência o que permite transformá-lo num interruptor crepuscular de potência.

Para esta transformação, basta trocar o potenciômetro P1 de 1  ohms por um de 100K ohms e o sensor X1 por um LDR comum.

Opinião

Avanços e Retrocessos (OP126)

Uma palavra muito em moda nos nossos meios, principalmente os políticos é “avanço”, se bem que dependendo da maneira como ela seja colocada, pode significar realmente um retrocesso. Nos meios tecnológicos, como o nosso o avanço é perceptível, constante e muito mais forte em sua penetração a ponto de pouco ser contestado.

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