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Professor Ventura em: O visitante indesejável

Brincadeiras têm limites, e quando a eletrônica entra em jogo, os resultados podem ser muito interessantes. Veja como Beto e Cleto, com a ajuda do professor Ventura, se livram de um visitante indesejável com um simples circuito eletrônico. Nessa estória o leitor vai ter elementos para montar um simples circuito capaz de perturbar, sem machucar, seus amigos numa brincadeira muito interessante.

Esta estória é da década de 1990 e não foi publicada ainda. Mais uma interessante aventura em que se utilizava a tecnologia da época e que ainda pode ser usada no ensino técnico. O grilinho e o gotejador, por exemplo, podem ser facilmente ensinado aos alunos do ensino médio e técnico como excelente projeto didático e com a finalidade de se realizar uma boa brincadeira, como no texto.

Lilico era um "cara chato", e quando a mãe de Beto anunciou que ele viria passar uns dias em sua casa em Brederópolis, tanto Beto, o primo, como Cleto seu amigo, que já o conhecia, torceram o nariz!

- Diacho! Vamos ter que "aguentar" as brincadeirinhas idiotas daquele "cara"! - segredou Beto ao amigo, de modo que sua mãe não ouvisse.

- Eu acho que não! - respondeu Cleto - Se estivermos preparados!

- Mas como?

- Qual é a "arma" que dominamos e ele não? - perguntou Cleto, formando um revolver com sua mão, onde o dedo indicador era o cano.

- Mas, claro! A Eletrônica!

O outro confirmou, e ainda foi além:

- E quem poderá nos ajudar?

E, imitando o herói infantil da TV os dois falaram ao mesmo tempo:

- O professor Ventura!

- Com que então vocês querem se livrar do "peste"? - O professor Ventura atendeu seus dois alunos, e amigos.

- Tem de ser algo inofensivo, mas que perturbe o "peste", a ponto de mandá-lo embora ou, pelo menos evitar que ele faça suas brincadeiras idiotas! - Beto explicou ao professor Ventura, que calmamente ouvia, mas já pensava numa solução.

Quando o professor Ventura, depois de algum tempo, apresentou o projeto a Beto e Cleto, os dois vibraram:

- É simples, barato e ao que parece funciona! Vamos montar imediatamente!

Os pequenos aparelhos cabiam na palma da mão, e os testes de funcionamento não tinham segredos. Funcionavam!

Lilico chegou dois dias depois, já aprontando das suas! Ao apertar a mão de Beto, na estação rodoviária de Brederópolis, já se divertiu dando um "belo de um choque" no primo! Ele estava usando um pequeno vibrador em sua mão, do tipo adquirido na "casa das mágicas"!

Beto tremeu e Lilico riu à valer!

Vendo aquilo, Cleto comentou:

- Chi! O negócio vai ser "bravo"!

Beto ao lado retrucou:

- O "cara" deve ter comprado metade do estoque de "truques e pegadas" da "casa das mágicas" e pretende usar tudo em nós! Não perde por esperar!

O dia foi bastante longo para Beto e Cleto, pois o primo Lilico era realmente um "cara chato", pois não sabia quando era hora de parar com as brincadeiras e as aplicava uma atrás da outra em Beto e Cleto, e às vezes até repetia a mesma!

- Te peguei de novo! - e ria à valer!

Depois de barbantinhos mal-cheirosos, balas com corante, tachinhas na cadeira, esguichos de água no nariz, finalmente chegou a hora de todos irem para cama.

Cleto já ia saindo para sua casa, mas Beto o impediu:

- Nada disso! Você fica para me ajudar! Afinal você vai querer ver nossos aparelhos "antichato" em funcionamento!

- Sabia que você não ia deixar que eu perdesse o melhor "da festa", vou telefonar avisando que fico aqui esta noite!

Mas, o que Beto e Cleto realmente estavam planejando para "vingar" as brincadeiras do primo chato?

As idéias do professor Ventura eram simples: primeiro um "gotejador".

- Gotejador! Que diabo é isso? Vai "extrair" gota por gota o sangue do "peste"?

O professor o acalmou, se bem que se fosse isso, o rapaz até que ia gostar:

- Não é nada disso!

Indo ao quadro negro, como sempre fazia ao explicar um projeto, o professor Ventura mandou os dois se acomodarem:

- Aqui está! Este é um oscilador de duplo-T, uma configuração bastante conhecida de vocês.

- Não há dúvida, gera uma "boa" senóide e também oscilações amortecidas!... - o professor interrompeu Beto neste momento:

- Ah! Aí está: oscilações amortecidas! Vocês sabem que estas oscilações são justamente as que ocorrem quando batemos em algum objeto, e ele emite som por algum tempo, não é isso?

- Sim! - respondeu Cleto - São as "percussões" que ocorrem com muitos instrumentos musicais! - o rapaz mostrava que sabia. O professor continuou:

- Veja que temos dois casos de oscilações a considerar: se as oscilações amortecem rápido, ou seja, perdem sua intensidade, temos batidas secas como blocos de madeira batendo um no outro, ou próprio tamborim! Certo?

- Certo!

- Mas se as oscilações se prolongam temos um som mais metálico, por exemplo, o triângulo, o sino, a marimba, o bumbo!... - o professor ia dar mais exemplos, mas Beto "pegando" a idéia interrompeu:

- O "pingo d'água"!

- Exatamente! - falou o professor, apontando para Beto! - O pingar incômodo de uma goteira! Tortura chinesa!

- Puxa! E, isso é fácil de montar!

- Fácil demais, por isso vamos "sofisticar" nosso projeto! - o professor, com sua prática começou então a desenhar o diagrama completo do aparelho. Ao mesmo tempo ele explicava.

- O "coração" do projeto é o oscilador de duplo T, em torno de um BC548, que vamos ajustar para produzir oscilações amortecidas na freqüência de uma gota d'água caindo, algo entre 3 000 e 5 000 Hz. Os capacitores e resistores devem manter as relações de 2 para 1 que vocês bem conhecem! Depois, para excitar este oscilador usamos um astável com o conhecido 555 que dará o "ritmo" das gotas. Não é preciso falar como funciona este bloco, pois vocês o conhecem muito bem!

- Pode prosseguir! - tranquilizou Beto. O professor continuou:

- Agora vem a primeira "sofisticação": vamos colocar na entrada de controle do 555 um LDR de tal forma que o circuito só funcione no escuro!...

- Ué? Para quê? - Cleto não "pegou" o motivo, mas Beto sim!

- Mas claro! O "troço" só vai "pingar" quando ele apagar a luz! Instalamos no quarto e ele vai ficar "maluco"! Quando apagar a luz o "troço" pinga! Quando acender, para ver de onde vem o barulho, o "troço" para!...

- Genial! - concordou agora Cleto que entendeu a brincadeira!...

- Mas, esperem aí que eu não terminei! - o professor tinha ainda mais a dizer e continuou. - Temos ainda de reproduzir o sinal. Vou usar uma etapa amplificadora bem simples, com apenas um transistor e um alto-falante pequeno!... - Cleto interrompeu neste momento:

- Por que não um bom amplificador e um alto-falante grande, para incomodar "de verdade"?

O professor fez sinal negativo com o dedo:

- Nada disso! Um som alto mostraria que o gotejar é artificial! Temos de manter o volume real com que cai uma gotinha d'água, para que ele não desconfie que a coisa é artificial. Um volume grande estraga tudo, pois ele descobre de imediato!

- Ah! - exclamou Cleto, entendendo melhor o "espírito da coisa"!

- Puxa! Essa vai ser boa, mas e o outro projeto?

O Professor Ventura continuou:

- Para que ele não desconfie, mudamos o aparelho no dia seguinte: um grilo!

- Um grilo!

- Sim! O pessoal das grandes cidades não está acostumado como barulho de insetos, se incomoda facilmente! Nós não, aqui no interior este barulho até que se torna muito agradável na noite, e ajuda a dormir!

- Um grilo no quarto do "peste" vai deixá-lo louco! Mas, como fazer para ele "cantar" na hora certa?

- Um grilo eletrônico canta! Pode estar certo disso! - disse o professor. E aqui vai o projeto!

Novamente, pegando no giz ele passou ao segundo diagrama. O primeiro já havia sido copiado por Beto, que o montaria:

- Um 4093 serve perfeitamente para o que queremos: vamos usar três das quatro portas NAND como osciladores. A primeira dá o tom fino do canto do grilo, oscilando entre 4 000 e 6000 Hz. Esse tom para ser igual ao do inseto, é modulado com um sinal de 4 a 5 Hz por um oscilador com a outra porta. Esses dois osciladores têm um ciclo ativo de 50%. Para termos a intermitência usamos a terceira porta que vai ter um ciclo ativo de 20%. Desta forma, o grilo canta, digamos 1 segundo e pára durante 4 segundos. Vai ser um "sonzinho chato"!

- Mas, e a quarta porta do 4093, não serve para nada?

- Serve sim! Ela amplifica o sinal final, aplicando-o a um pequeno alto-falante via um transistor. - explicou o professor.

- Vale também a idéia de pequeno volume para termos mais realismo? - Cleto já tinha "pego" a idéia da brincadeira.

- Sim, exatamente, mas tem mais: o circuito será disparado também por um LDR, e só vai funcionar quando a luz for apagada!...

- Grande!

Os dois circuitos tinham sido instalados em pequenas caixas plásticas, com furos para os LDRs e os pequenos alto-falantes, além de uma chave para ligar e desligar.

No quarto em que o Lilico iria ficar, Beto e Cleto tiveram o cuidado de escolher um local que permitisse um funcionamento perfeito dos aparelhos: sobre um guarda-roupas, durante o dia ou com a luz acesa o LDR receberia uma iluminação razoável e, com o ajuste da sensibilidade, os aparelhos permaneciam inativos.

No entanto, à noite com a luz apagada, os circuitos entravam em ação e o ruído característico do gotejar, ou do grilo, ocorriam em intervalos regulares.

Beto e Cleto notaram um fato importante para a brincadeira: quando temos ruídos agudos e fracos, como o do grilo e das gotas d'água o ouvido humano tem dificuldade em determinar a direção de onde vêm. Isso seria muito importante para evitar a localização dos aparelhos por parte do Lilico.

De volta à casa de Beto, vejamos o que aconteceu com o "visitante indesejável".
Já no quarto, quando Lilico se deitou e apagou a luz, entrou em ação o gotejador.

- Devo ter deixado a torneira do banheiro aberta! - falou alto o rapaz que, levantando-se foi ao banheiro, mas nada encontrou de anormal.

Voltou e apagou a luz. Novamente o incômodo gotejar. O rapaz esperou um pouco para ver se conseguia determinar de onde vinha o gotejar e até estranhou:

- Não está chovendo! Acredito eu!

Acendeu a luz e procurou verificar de onde vinha o som: para sua surpresa ele parou!

- Alguém deve ter fechado a torneira!

Deitou-se novamente e apagou a luz. Novamente lá estava o incômodo barulhinho. Lilico não acreditou. Acendeu rapidamente a luz e sentou-se; o gotejar tinha desaparecido novamente.

- O negócio é esquecer essa "droga" de barulho e dormir! - mas ele não conseguia! O efeito inicial de desaparecer quando ele acendia a luz, o deixou incomodado e isso mexeu com os nervos do rapaz.

Depois de apagar a luz novamente e tentar dormir, o que ele não conseguiu, acendeu a luz e começou a dar uma busca no local! Evidentemente, o que ele procurava era alguma espécie de "vazamento", e mesmo que chegasse a pequena caixa sobre o guarda-roupa, provavelmente não a associaria ao ruído.

- Droga!

O acende e apaga da luz durou a noite inteira e o rapaz não dormiu nada!

Na manhã seguinte Beto e Cleto notaram os olhos vermelhos do rapaz e, um cutucando o outro sob a mesa do café, até arriscaram uma pergunta:

- Como é, primo, dormiu bem?

- Mais ou menos! Deve ter sido a excitação da viagem!- o rapaz não queria dizer que havia alguma coisa de anormal no quarto.

"- Não deu o braço a torcer, heim! Não perde por esperar!"- pensou Beto.

O dia não foi tão cheio de "truques e pegadas", para felicidade de Beto e Cleto, pois Lilico parecia meio abatido. Também, sem dormir a noite toda!

- Tá na hora de trocar os aparelhos! - disse Beto, chamando Cleto para um canto num momento em que o visitante estava distraído conversando com outras pessoas.

Indo ao quarto do rapaz, os dois trocaram o gotejador pelo grilo, tendo o cuidado de experimentá-lo antes. Funcionava e bem!

O fato de não ter dormido a noite inteira fez com que Lilico já estivesse com muito sono às 8 horas da noite.

Pedindo desculpas, por se retirar tão cedo, ele foi para seu quarto.

Tão logo o rapaz apagou a luz, começou o barulho:

Cri! Cri! Cri!...

- Não é possível! Essa agora!

Lilico acendeu a luz e levantou! O ruído parou imediatamente. Ele ainda esperou um pouco, olhou para toda parte e como nada aconteceu, deitou e apagou a luz!...

Cri! Cri! Cri!...

Nervoso, num salto, ele acendeu a luz e novamente o som parou!

- Diabo!

O rapaz começou então, nervosamente, a procurar o "bichinho" em toda parte, e depois de muito tempo nada encontrando se conformou.

- Vou ter de dormir com esse barulho!

Enrolando-se na coberta e colocando o travesseiro sobre a cabeça ele apagou a luz. O ruído começou novamente e, era "chato" demais para ser abafado com o simples travesseiro.

O rapaz, entretanto desistiu de encontrar a fonte de "perturbação" de seu sono e tentou dormir assim mesmo, só conseguindo muito tempo depois, por estar totalmente esgotado! Afinal, ele não havia dormido nada na noite anterior!...

Foi quando levantou "quebrado" no dia seguinte é que lhe ocorreu que o tal barulho poderia perfeitamente ter sido provocado por seu primo Beto e o amigo dele Cleto! Afinal, ele notou que eles estavam meio esquisitos no dia anterior, até "aceitando numa boa" suas brincadeiras!

- Desgraçados!

Levantou bravo, com os olhos ainda vermelhos da noite mal-dormida, e desceu para tomar café.

- Dormiu bem! - perguntou Cleto já sabendo o que tinha ocorrido, mas a resposta não foi bem o que ele esperava:

- Muito bem! - disse Lilico fixando bem os olhos nos dois, que perceberam que o rapaz desconfiava de alguma coisa.

Beto e Cleto se entreolharam, sabendo que se a "brincadeira" fosse descoberta eles poderiam levar a "maior bronca" de dona Maria, mãe de Beto, que hospedava o rapaz!...

Lilico, depois do café percebeu que Beto e Cleto tentavam se livrar dele e logo impediu isso:

- Venham cá, temos algo muito sério a conversar!

Os três foram então para um local sossegado e foi Lilico quem começou:

- Muito bem, caros "primos"! Qual é a "jogada" de fazer barulho no meu quarto durante à noite!

- Barulho, que barulho? - ainda tentou disfarçar Cleto, mas não havia jeito:

- Ora! Primeiro a goteira, e não estava chovendo! Depois o maldito grilo! Onde vocês esconderam o "bicho"? Deve ser "ensinado", pois parava de cantar sempre que eu acendia a luz!...

Beto e Cleto ficaram quietos.

Lilico então, não querendo passar por outra noite de tortura, cedeu:

- Está bem! Vamos fazer um acordo! Eu não faço mais meus truques com vocês desde que vocês parem com isso!

Beto e Cleto estavam irredutíveis:

- Por favor? - insistiu Lilico.

- Está bem! Vamos fazer um acordo, mas você não conta nada para ninguém!

Os três foram então ao quarto de hóspedes onde Beto e Cleto tiraram o Grilo e também mostraram o Pinga-Pinga!

- Essa é boa! Truques eletrônicos! Vocês tem de me emprestar isso!... - o rapaz esquecera os incômodos completamente, mas Beto não cedeu:

- Nada disso! Você não vai pegar ninguém por um bom tempo! E tem mais!...

- Mais? Mais o quê! - Lilico se assustou:

- Você viu apenas dois dos nossos truques! Se você insistir em fazer mais de suas brincadeiras, nos colocamos em ação nossos outros "equipamentos"!

O visitante se assustou e recuando exclamou:

- Não, isso não! Eu prometo que fico quieto!

Aparentemente estava tudo em paz, mas nas cidades do interior em que existem muitos animais "selvagens" às vezes até perto demais das casas, já que a "natureza" não está além da esquina, muita coisa pode aparecer.

O barulhinho de grilo que incomoda seres humanos pode ser atraente até demais para outras espécies do reino animal e isso realmente tinha ocorrido!...

Cedo, esgotado por uma noite sem dormir e outra mal-dormida, Lilico foi para a cama, desta vez animado por sabia que as pazes com seu primo e Cleto lhe garantia que, desta vez pelo menos, ele não seria incomodado!...

- Boa noite! - disse ele animado.

- Boa noite! - responderam os outros, também satisfeitos por estarem livres das brincadeiras do visitante.

Não passou mais de um minuto quando um grito desesperado foi ouvido, e vinha do quarto do Lilico:

- Uiiiiiiiii! Tirem essa "coisa" daqui!

Todos correram, e quando abriram a porta do quarto de hospedes tiveram diante de seus olhos uma cena interessante: Lilico de pijamas se protegia por trás de uma cadeira enquanto que na cama, olhando assustado, um enorme sapo permanecia imóvel. O "bicho" tinha sido atraído pelo "canto" do grilo eletrônico, pensando que ali encontraria um "belo" jantar!

Beto olhou para Cleto entendendo o que havia ocorrido, e comentou:

- Mais uma vez os projetos do professor Ventura se mostram "perfeitos demais" para as aplicações a que se destinam!

Mesmo recebendo uma enorme "bronca" da mãe de Beto, os dois tiraram o "bicho" da cama do rapaz, tentando explicar que, daquela vez, não foram eles os responsáveis!...

Quando Lilico foi embora a paz estava restabelecida, ou pelo menos parecia: na despedida o visitante piscou para Cleto e ameaçou:

- Da próxima vez eu venho prevenido!

Beto respondeu com outra piscada e disse:

- Pode vir! Temos uma boa coleção de cobras, lagartos, aranhas e outros "bichos" para colocar na cama dos "amigos"!

Lilico torceu o nariz de medo e nojo, e não falou mais nada! Já no ônibus que o levaria de volta à Capital, ele retirava da sua valise de mão duas caixinhas de plástico e as examinava:

- Vou me divertir um bocado com isso lá em casa!

Eram o "gotejador" e o "grilo" que Beto e Cleto haviam "emprestado" para o rapaz!

 

Três artigos no site ensinam a montar o grilinho, para os que desejarem... ART2454 e ART232

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