Sensores de toque podem ser usados no controle de diversos tipos de dispositivos mecatrônicos. Eles podem ser usados diretamente em painéis de controle como também em alarmes, detectores de presença e muito mais. Nesse artigo descrevemos uma série de circuitos simples que operam baseados na presença da resistência elétrica do corpo da pessoa que os toca. São, portanto sensíveis sensores resistivos que também podem ser usados com outras finalidades, conforme veremos no decorrer do próprio artigo.
Os LEDs consistem na melhor forma de agregar efeitos visuais a um projeto mecatrônico. Na forma tradicional eram usados circuitos de excitação fazendo esses LEDs correr ou simplesmente piscar. Nas versão mais antigas eram usados transistores e nas mais modernas, circuitos integrados como o LM3909, LM3914 e mesmo 4017. No entanto, tudo isso pode ser esquecido com os modernos LEDs pisca-pisca de que trataremos nesse artigo.
Este circuito é adaptado do meu livro Robótica, Mecatrônica e Inteligência Artificial - Robotics, Mechatronics and Artificial Intelligence (esgotado) publicado nos Estados Unidos. Ele pode ser usado como um escudo para motores de passo em projetos de mecatrônica ou robótica ou como um bloco de construção para projetos mais simples.
Dando continuidade ao estudo do Osciloscópio, abordamos nesta segunda parte do Curso sobre o Osciloscópio – Parte 1 (INS646)
Na história das medidas elétricas e eletrônicas nenhum instrumento provocou tanto impacto como o osciloscópio, sendo um dos aparelhos de medida de maior utilidade em quase todos os laboratórios. Neste artigo vamos aprender um pouco mais sobre sua função principal e suas demais aplicações
Este artigo é parte do quarto volume da série Como testar Componentes. O leitor também encontrará procedimentos de testes de outros componentes na seção de instrumentação do site do autor.
Como obter mais de seu sistema de som, casando suas características com as do ambiente físico em que ele se encontra e à própria sensibilidade de seu ouvido? Para os que desejam o máximo de perfeição em matéria de reprodução sonora, a única solução para este problema está no emprego de um equalizador gráfico. As diferenças que existem nas características físicas de um ambiente, dadas pela presença de móveis, cortinas, portas, janelas e até mesmo do próprio ouvinte podem ser compensadas com a ajuda de um equalizador gráfico, levando-as a um perfeito casamento com a sua sensibilidade auditiva. Descrevemos neste artigo de 1988 um excelente equalizador gráfico que pode ser usado em conjunto com a maioria dos equipamentos de som, apresentando equalizações em 5 faixas de frequências. Simples de montar, e alimentado por tensão de 12V, ele pode, inclusive, ser usado no carro.
A preocupação com a segurança de bens materiais como automóveis, residências, e até mesmo objetos é cada vez maior, exigindo a utilização de técnicas que na maioria dos casos são totalmente baseadas na eletrônica. Os sistemas de alarme, cada vez mais sofisticados, garantem esta segurança, mas também exigem um investimento que nem sempre está ao alcance do interessado. Neste artigo descrevemos alguns circuitos relativamente simples do proteção que podem ser elaborados pelos leitores que possuam alguma experiência em montagens eletrônicas.
Este artigo descreve a montagem de um amplificador com o integrado TDA2005 que pode ter duas versões: uma versão estéreo com um único integrado e potência de 10 watts por canal, e uma segunda versão estéreo com dois integrados e 20 watts por canal. Você pode usar este amplificador para reforçar o som de seu carro ou então em aparelho de som convencional, de uso doméstico.
No nosso livro Curso de Eletrônica – Eletrônica Analógica estudamos como ondas de rádio podem ser produzidas, e de que modo o circuito oscilante LC determina a frequência destas oscilações. Para comprovar tudo isso na prática, nada melhor do que montar um pequeno oscilador de alta frequência que, ligado a uma antena, converte-se num transmissor experimental de onda contínua.