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OVNIs - Origem e Fenômenos - II (PN029)

O avistamento de objetos voadores não identificados; (OVNI) tem sido registrado desde os tempos dos homens das cavernas. Registros na forma de pinturas rupestres ou ainda em documentos muito antigos têm reveleado o aparecimento de luzes no céu, objetos de formas estranhas voando e até mesmo contacto de “entidades” devidamente endeusadas, com seres humanos.

Nota: este artigo foi escrito em 1993, fazendo parte de um livro publicado na época em que o autor descrevia projetos para os pesquisadores. O autor não adotava as ideias sobre origem ou mesmo tecnologias dos objetos fornecendo em seu livro apenas meios técnicos para a pesquisa.

 

Fenômenos Radioativos

Certo nível de radioatividade tem sido observado nos locais em que OVNI pousam.

Diversos pesquisadores que utilizam detectores de radiação relataram que locais com marcas de queimado que determinados tipos de objetos deixam, apresentam certo nível de radiação atômica.

Para que o leitor entenda como a radiação atômica pode ser detectada será importante conhecer sua origem.

Os átomos da maioria das substâncias são estáveis, ou seja, permanecem como estão durante milhões ou mesmo bilhões de anos.

No entanto, existem substâncias cujos átomos são instáveis, e por isso se desintegram gradualmente de uma forma totalmente aleatória.

Como não sabemos qual átomo de um determinado bloco de material vai se desintegrar num determinado instante, trabalhamos com estatísticas.

Assim, se sabemos que metade dos átomos de uma determinada substância se desintegra em mil anos, por exemplo, dizemos que a “meia vida” dessa substância é de mil anos.

Conhecemos substâncias cujas meias vidas variam de alguns segundos a bilhões de anos.

O importante é que, quando um átomo se desintegra, ele emite uma grande quantidade de partículas cujas propriedades caracterizam a radioatividade.

Assim, os núcleos dos átomos na forma de dois prótons e dois nêutrons formam as partículas alfa. Como estes núcleos são densos e pesados eles possuem pouca penetração, e normalmente são bloqueados até mesmo por uma folha de papel.

Os elétrons que são expelidos em alta velocidade na desintegração formam as partículas beta que possuem um pouco mais de penetração, conseguindo atravessar uma folha de alumínio.

Finalmente, temos os raios gama, que são radiações eletromagnéticas de grande energia e com grande poder de penetração, capazes de atravessar grossos obstáculos, como por exemplo paredes de concreto ou mesmo chumbo.

Na figura 1 temos os principais tipos de partículas emitidas pelos materiais que chamamos de radioativos.

 


 

 

Veja o leitor, entretanto, que os materiais radioativos não são somente os que naturalmente adquiriram esta propriedade quando formados.

Quando submetemos um material comum a uma dose muito grande de radiação, seus átomos podem absorver parte desta radiação e instabilizarem-se tornando o material também radioativo. Formam-se os chamados isótopos, que são substâncias radioativas.

Um exemplo comum de isótopo é o carbono 14. O carbono comum tem peso atômico 12 e não é radioativo. No entanto, quando submetido à radiação o carbono 12 absorve partículas e torna-se carbono 14, que e radioativo.

Pela presença deste material pode-se determinar a idade de objetos antigos com boa precisão.

O importante é que, se o local do pouso de um OVNI se torna radioativo, isso pode ser devido tanto a eventuais resíduos de materiais que ele deixa, como a própria influência de algum processo desconhecido que ele usa sobre o terreno que o torna radioativo.

Um fato importante que deve ser levado em conta ao se tratar com materiais radioativos é que as partículas emitidas por estes materiais são altamente perigosas podendo afetar as pessoas.

Estas partículas podem destruir células de nosso corpo, resultando em doenças graves como o câncer podendo até causarem queimaduras e a morte se sua intensidade for muito grande.

A possibilidade de se contar com um detector de radiação nas pesquisas de campo não é apenas uma comodidade, mas uma questão se segurança, evitando que o pesquisador tome contacto com materiais que sejam potencialmente perigosos. No entanto, a montagem prática de um detector tem alguns problemas, já que os sensores usados, além de caros, não são encontrados facilmente e exigem extremo cuidado no manuseio.

Por este motivo, para este tipo de detector recomendamos que o leitor utilize os modelos comprados prontos.

De qualquer maneira é preciso ter em mente que as substâncias que encontramos na natureza raramente têm níveis de radioatividade perigosos. Os maiores níveis ocorrem nas regiões em que temos jazidas de materiais radioativos, mas normalmente estes materiais estão tão diluídos que sua presença mal é notada pelos detectores.

Isso significa que a detecção de materiais radioativos em níveis elevados só pode ter duas origens:

a) Materiais radioativos produzidos pelo homem e que podem ser abandonados em condições irregulares, como ocorreu em Goiânia há alguns anos.

Como existem muitos equipamentos médicos que fazem uso de materiais radioativos e preciso estar atento à sua presença.

Quando um objeto suspeito qualquer for encontrado as autoridades devem ser alertadas. Não toque no material!

O símbolo da presença de radioatividade normalmente está gravado nestes objetos.

b) Materiais radioativos de origem desconhecida, e neste caso está incluída a possível “pegada” de um OVNI.

 

Fenômenos Térmicos

Um relato importante de um pesquisador de OVNI de renome fala do fato da água de uma pequena lagoa ferver a ponto de secá-la quando um OVNI pairou algum tempo sobre sua superfície, conforme sugere a figura 2.

 


 

 

Trata-se evidentemente de uma manifestação térmica da presença dos objetos voadores não identificados.

Mais uma vez não nos cabe dar explicações sobre o modo como a água poderia ter sido aquecida de forma indireta, se bem que basta lembrar que os fornos de microondas fazem isso com certa facilidade. Cabe-nos explicar algo sobre a manifestação da energia térmica e como ela pode ser detectada à distância.

A temperatura nada mais é do que o grau de agitação das partículas ou átomos de um corpo. Quando entregamos energia a este corpo, ou seja, energia térmica, suas partículas passam a agitar-se mais rapidamente e esse grau de agitação denominamos temperatura.

Está claro que se a temperatura é o movimento, não existe temperatura mais baixa do que a que corresponde à ausência do movimento.

Isso ocorre numa temperatura denominada “zero absoluto” que corresponde a 273 graus Celsius abaixo de zero.

Veja então que para elevar a temperatura de um corpo basta lhe entregar energia, e para esfriá-lo, basta retirar esta energia.

Quando atritamos as mãos rapidamente uma na outra produzimos energia, que as aquece. Quando descomprimimos rapidamente o gás de um pistão ele esfria. A expansão dos gases é usada nas geladeiras para “retirar” calor dos corpos e assim produzir as baixas temperaturas.

Um fato importante relacionado com a temperatura é que os corpos acima do zero absoluto emitem ondas eletromagnéticas.

Estas ondas aumentam em quantidade e frequência à medida que a temperatura do corpo se eleva.

Nas temperaturas ambientes a maior parte das emissões está na faixa do infravermelho, que não podemos perceber. No entanto, existem sensores eletrônicos que podem perceber a presença de um corpo aquecido pela radiação infravermelha que emite.

Não há dúvida que um sensor deste tipo seria muito interessante para um pesquisador de OVNI. A presença de um objeto com certa temperatura poderia ser detectada mesmo que ele se encontrasse escondido por trás de arbustos ou árvores, conforme mostra a figura 3.

 


 

 

Quando a temperatura de qualquer corpo se eleva muito, a radiação pode ter uma componente maior na faixa visível do espectro. Neste caso poderemos ver o corpo com uma coloração inicialmente avermelhada, passando ao laranja para depois, com temperaturas muito altas, ir ao branco e finalmente ao azulado. E o que ocorre com um ferro em brasa.

E neste ponto que devemos distinguir a luz fria como sendo a causada por fenômenos de ionização elétrica, e que vimos nas manifestações dos fenômenos elétricos às quais não estão associadas a elevação da temperatura, da luz que é obtida quando um corpo é aquecido.

Evidentemente, também devemos falar dos vestígios da presença de OVNI que podem ser deixados nos locais de pouso na forma de um aquecimento residual do solo.

O solo é, em alguns casos, um bom isolante térmico e, uma vez que seja aquecido profundamente, pode manter uma temperatura elevada por intervalos de tempos relativamente grandes.

 

Efeitos Gravitacionais

Alterações na gravidade de um local podem indicar a preferência de OVNI para um eventual pouso. Da mesma forma, a própria presença de um OVNI pode causar alterações locais na gravidade.

Uma alteração importante que é usada na pesquisa científica é a causada por grandes massas de minérios subterrâneos capazes de modificar levemente a influência da gravidade no local.

Na verdade, equipamentos sensíveis têm sido justamente usados com a finalidade de detectar jazidas pela alteração da gravidade que provocam.

Muitos pesquisadores têm associado a presença de OVNI às alterações locais da gravidade. A detecção por meios eletrônicos desta alteração é possível e será descrita na prática neste livro.

A eletrônica pode contar com muitos tipos de dispositivos detectores das formas de energia que vimos, assim como suas derivadas. Tais detectores podem ser usados na elaboração de sensíveis equipamentos de pesquisa.

 

Nota: hoje podemos contar com acelerômetros até mesmo nos celulares, os quais, através de aplicativos poderiam ser usados neste tipo de pesquisa, o que não ocorria na época em que o livro foi escrito.

Antes de passarmos aos projetos de tais equipamentos será muito importante analisar como cada detector funciona e suas principais características. Em alguns casos o leitor poderá constatar que a sensibilidade dos detectores é até maior do que a dos equivalentes “humanos”. Por exemplo, um foto-sensor pode ser mais sensível que o olho humano e inclusive detectar formas de radiação que para nós são invisíveis.

Tecnicamente os detectores são transdutores, ou seja, são dispositivos que convertem uma forma de energia em eletricidade, de modo que essa eletricidade possa ser utilizada pelos circuitos de processamento.

São os seguintes os principais tipos de sensores:

 

a) Sensores de luz

Podemos contar com diversos tipos de sensores de luz, denominados popularmente de “olhos eletrônicos”. Estes sensores são dispositivos que apresentam alguma característica elétrica que muda com a incidência de luz.

O primeiro dispositivo que analisaremos será o LDR ou foto-resistor.

Na figura 4 temos o símbolo e o aspecto deste importante detector de luz.

 


 

 

Quando luz incide em sua superfície sensível o LDR muda sua resistência, deixando passar mais corrente. No escuro sua resistência é muito alta, caindo de valor com a claridade.

Em circuitos apropriados o LDH pode ser usado para detectar fontes de luz muito fracas. Com uma lente em sua parte frontal que concentre a luz é possível detectar a luz de uma vela a dezenas de metros de distância, obtendo-se com recursos ópticos apropriados sensibilidade maior do que a do olho humano.

Uma característica importante do LDR, entretanto, é sua velocidade de resposta.

O LDR não responde às variações muito rápidas de intensidade de luz, o que limita sua aplicação a fontes pulsantes de velocidade em torno de 10000 por segundo. No entanto, este valor é 1000 vezes maior do que à velocidade qual o olho humano consegue responder.

Em outras palavras, mesmo sendo lento em termos eletrônicos, o LDR é ainda 1000 vezes mais rápido que o olho humano.

Os LDRs são dispositivos muito baratos, já que são usados em muitos tipos de alarmes, e até mesmo nos sistemas de acendimento de luzes ao anoitecer.

Um outro dispositivo importante usado como sensor de luz é o foto-diodo.

Trata-se de um dispositivo que consiste numa pastilha de silício semicondutor que é polarizada no sentido inverso. Na figura 5 temos o seu símbolo e aspecto.

 


 

 

Quando incide luz nesta pastilha sua resistência também se altera e pode circular uma corrente elétrica.

A sensibilidade depende do tamanho da pastilha, mas sua velocidade de resposta é muito grande. Variações de luz de frequências até algumas dezenas de megahertz (dezenas de milhões de vezes por segundo) podem ser detectadas.

Com recursos ópticos apropriados os foto-diodos podem ser muito mais sensíveis que o olho humano com uma grande vantagem: eles podem detectar formas de energia que nosso olho não vê. Os foto-diodos podem detectar radiação infravermelha com boa sensibilidade.

Com o mesmo princípio de funcionamento dos foto-diodos temos os foto-transistores.

Na figura 6 temos o símbolo e aspecto deste tipo de sensor.

 


 

 

Os foto-transistores possuem características gerais de sensibilidade e resposta de frequência semelhantes a dos foto-diodos. A diferença está no fato de que eles podem ser ligados de modo a proporcionarem uma pequena amplificação na luz que recebem.

 

b) Sensores de calor

Os sensores de calor podem ser de diversos tipos e segundo o princípio de funcionamento podem ser usados em aplicações diferentes.

Um dos mais simples é o NTC, ou resistor com coeficiente negativo de temperatura, que tem seu símbolo e aspecto mostrado na figura 7.

 


 

 

Este dispositivo tem sua resistência dependente da temperatura. Assim, quando o aquecemos sua resistência diminui, e isso pode ser usado para ativar circuitos de medição ou de alarme.

Observe então que se trata de um sensor de contacto, pois ele deve ser colocado em contacto com o corpo do qual se deseja medir a temperatura, para que ele mude sua própria temperatura e com isso seja feita a medida.

Os NTCs são componentes muito baratos e podem ser usados em circuitos detectores simples.

Os diodos e os transistores comuns também podem ser usados como sensores de temperatura, pois sua resistência quando polarizados inversamente diminui quando a temperatura se eleva.

O que ocorre é a liberação de portadores de cargas das junções com a elevação da temperatura, causando assim uma diminuição da resistência.

Os diodos comuns e os transistores, pela linearidade com que o fenômeno se manifesta, podem ser usados como excelentes sensores para a medição de temperatura. Termômetros digitais, como o mostrado na figura 8, usa como sensores transistores ou diodos comuns.

 


 

 

Um tipo de sensor muito interessante, e que pode ser usado em detectores de OVNI, e o sensor piroelétrico.

Este sensor consiste num material plástico que apresenta propriedades semelhantes a dos eletretos. Este material tem cargas elétricas naturais nas suas faces e sua quantidade depende da temperatura.

E um material tão sensível que a simples incidência de radiação infravermelha altera estas cargas.

Isso significa que este tipo de sensor pode detectar objetos quentes à distância pela radiação infravermelha que emitem.

Em alarmes residenciais e nas portas automáticas encontramos sensores deste tipo, conforme mostra a figura 9.

 


 

 

Estes sensores podem então ativar os circuitos pelo calor do corpo das pessoas que se aproximam, e isso com enorme sensibilidade.

Circuitos sensores deste tipo podem ser adaptados para detectar corpos aquecidos ou que emitam infravermelho a uma boa distância. Um detector de OVNI com este tipo de sensor seria algo interessante de se pensar.

 

c) Sensores de campos magnéticos

Para as aplicações práticas podemos usar dois tipos de sensores de campos magnéticos.

O mais simples é uma bobina, conforme mostra afigura 10.

 


 

 

Quando as linhas de força de um campo magnético cortam as espiras de uma bobina e induzida uma tensão que pode atuar sobre um circuito eletrônico.

Tanto mais sensível será o dispositivo na detecção quanto maior for o número de voltas de fio da bobina, e também se for usado um núcleo que concentre essas linhas de força.

Um bastão de ferrite, como os encontrados nas antenas de rádios de ondas médias, consiste num excelente recurso para concentrar as linhas de força de um campo magnético e assim aumentar a sensibilidade.

É preciso alertar o leitor, no entanto, que a indução de tensões numa bobina é um fenômeno dinâmico. Ela só ocorre com o movimento das linhas de força do campo, o que pode ocorrer em duas condições:

A bobina se move em relação ao campo ou o campo se move em relação a bobina. O campo é variável, ou seja, produzido por uma corrente elétrica que varia de intensidade.

Isso significa que se colocarmos a bobina perto de um ímã ela não o detectará. No entanto, se movimentarmos a bobina perto do imã ou 0 imã perto da bobina, ocorre detecção.

Um outro tipo de sensor de campos magnéticos é o sensor de Efeito Hall, que consiste num dispositivo semicondutor cuja aparência é mostrada na figura 11.

 


 

 

Neste dispositivo, a resistência apresentada depende da intensidade do campo magnético que o atravessa. Este tipo de sensor é usado em alarmes, em sistemas de ignição de carros, etc.

No entanto, sua eficiência maior é na detecção de campos magnéticos fortes ou próximos não sendo, portanto, uma solução interessante para a construção de detectores de OVNI.

 

Nota: atualmente já existem sensores deste tipo muito sensíveis.

 

d) Sensores de campos elétricos

Os sensores de campos elétricos nada mais são do que condutores isolados. A presença de um campo elétrico induz nestes corpos cargas elétricas que podem atuar sobre dispositivos semicondutores, como transistores de efeito de campo, e assim acionar circuitos.

Uma placa de metal isolada ou ainda uma esfera de metal, conforme mostra a figura 12, consiste num detector de cargas estáticas.

 


 

 

Lembramos que antigamente eram utilizados detectores denominados eletroscópios, no entanto para se obter a sensibilidade desejada no caso de OVNI é interessante se partir para a versão eletrônica.

 

e) Sensores de radiação

As radiações mais penetrantes são ionizantes, ou seja, deixam um rastro na sua passagem por um meio material, que é formado por íons, e assim pode conduzir a corrente elétrica.

Este fato é usado para a elaboração dos sensores do tipo Geiger-Muller, que têm a estrutura mostrada na figura 13.

 


 

 

Este tipo de sensor consiste num tubo com uma janela de mica (que é um material quase que transparente à maioria das radiações ionizantes).

No interior existe um eletrodo em forma de fio e em torno do tubo um eletrodo cilíndrico.

O gás no interior do tubo é em condições normais um isolante. Aplicando alta tensão entre os eletrodos não há a passagem de corrente.

No entanto, quando uma partícula penetra no gás ela o ioniza, e um pulso de corrente pode passar pelos eletrodos. Este pulso pode ser amplificado por circuitos apropriados e servir para acionar alarmes ou indicadores.

Os tubos Geiger operam com tensões elevadas, na faixa dos 400 a 800 volts, exigindo-se circuitos especiais para sua operação.

Existem circuitos detectores que podem obter estas tensões a partir de pilhas comuns. No entanto, conforme explicamos, a montagem deste tipo de sensor, por algumas dificuldades técnicas apresentadas, não é recomendada.

Outro tipo de sensor é o diodo de grande superfície.

Exatamente como um foto-diodo, este componente tem sua resistência alterada quando incide radiação. A corrente resultante pode se rusada para acionar os circuitos de alarme ou indicadores.

 

f) Sensores de gravidade

Um sensor de gravidade nada mais é do que uma balança. O peso de um corpo é a força que a massa terrestre faz sobre este corpo num determinado local. Se existe alguma anormalidade num local o peso de um corpo neste local se altera.

Outra alteração importante ocorre com o tempo de oscilação de um pêndulo, já que ele depende da gravidade local e de seu comprimento (não depende da massa).

Assim, o uso de pêndulos pode ser muito interessante para se detectar estas alterações.

Se acoplarmos a um pêndulo um imã de modo que, na sua oscilação, este imã possa atuar sobre uma bobina captadora, temos um pêndulo eletrônico ou um sensor de gravidade bastante sensível.

Este tipo de sensor será justamente explorado na nossa parte prática.

 

Nota: existem hoje acelerômetros extremamente sensíveis e pequenos até mesmo incorporados a celulares, e que podem ser usados para pesquisas com a ajuda de aplicativos.

 

 

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