Iluminação de Emergência e Alarme de Falta de Energia (ART2233)

Existem ocasiões em que um corte de energia, mesmo que por curto intervalo de tempo, pode comprometer algum tipo de atividade. Podemos citar, como exemplo, os balcões frigoríficos, que podem levar produtos à deterioração, em caso de falta de energia, se alguma providência não for tomada. Também podemos citar o caso de chocadeiras, estufas, e experimentos diversos em que temperatura, umidade ou outro fator, que dependa de algum dispositivo alimentado pela rede, entre em jogo. Os dois circuitos apresentados podem ser de utilidade nestes casos.

Obs. O artigo é de 1990. Os componentes (relés) devem ser trocados por equivalentes modernos.

 

Propomos dois circuitos interessantes para o caso de interrupção do fornecimento de energia.

O primeiro é um sistema de iluminação ou alimentação de emergência em que, no caso da falta de energia, temos o acendimento de uma lâmpada ou a alimentação, por bateria, do dispositivo de emergência como, por exemplo, um sistema de refrigeração ou aquecimento.

O segundo, simplesmente dispara um alarme sonoro no caso do corte de energia, para que providências possam ser tomadas a tempo, caso não seja possível uma substituição automática da energia fornecida pela rede.

A escolha do projeto depende do que se tem em mente.

 

a) Alimentação ou iluminação de emergência

O primeiro circuito é mostrado na figura 1.

 

Figura 1 – Iluminação de emergência
Figura 1 – Iluminação de emergência

 

No exemplo dado, o relé é para a rede de 110 V ou 220 V (relé de corrente alternada) e a carga máxima depende dos contactos, estando em torno de 3A.

A alimentação, no caso, é feita com bateria de 6 ou 12 V e como carga, temos uma lâmpada.

No entanto, como carga podem ser usados outros dispositivos como, por exemplo, um resistor de fio de 12 Ω x 20 W para manutenção de temperatura numa estufa (alimentação de 12 V) ou ainda um resistor de 6,8 ou 8,2 Ω x 20 W para o caso de bateria de 6 V.

Para cargas maiores, deve ser utilizado um relé secundário, capaz de controlar a corrente maior exigida pela carga e também uma fonte apropriada.

O relé indicado possui dois contactos reversíveis, o que significa que os contactos não usados para o controle da carga podem ser empregados para outra finalidade como, por exemplo, uma sinalização remota.

 

b) Alarme de falta de energia

O circuito proposto é mostrado na figura 2.

 

Figura 2 – Alarme de falta de energia
Figura 2 – Alarme de falta de energia

 

Com alimentação de 6 V podemos usar pilhas, mas com alimentação de 12 V, para maior intensidade sonora, deve ser empregada uma bateria.

O transistor TlP32 deve ser montado num radiador de calor e o alto-falante deve ser de pelo menos 10 cm com 4 ou 8 Ω de impedância.

Os resistores são de 1/8 ou 1/4 W e C2, juntamente com R1, determinam a freqüência do som produzido.

Podemos ter um ajuste deste som com a troca de R1 por um trimpot de 100 k Ω em série com um resistor de 10 kt Ω ou 15 k Ω.

O capacitor C1 é eletrolítico para 16 V, e CZ pode ser tanto de poliéster como cerâmica.

Nos dois circuitos, são usados fusíveis de proteção de entrada, para o caso de curtos no relé ou sua instalação.

 


Opinião

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