O acumulador foi descoberto por J. W. Ritter na Alemanha em 1803.
O tipo atualmente mais usado é o acumulador chumbo-ácido que tem a estrutura mostrada na figura 1.

Cada célula contém duas placas de chumbo que são submersas numa solução de ácido sulfúrico.
Quando a célula se encontra descarregada, as duas placas são de chumbo metálico.
No entanto, quando uma corrente de carga é forçada a circular pela bateria, ocorre uma transformação química das placas e uma tensão de ordem de 1,6 V se manifesta entre elas.
A energia fica então acumulada e a célula pode ser usada para fornecer esta energia a um circuito externo.
À medida que ela fornece energia, as placas novamente se transformam voltando ao estado original.
Com a descarga completa é preciso fazer a corrente de carga circular por um certo tempo para que a célula volte a armazenar energia.
Ver também:
• Pilhas e baterias (48)












