Em gravadores, pequenos amplificadores de baixo custo e mesmo em alguns tipos de rádio, junto ao controle de volume encontramos o controle de tonalidade, que consiste num segundo potenciômetro com um capacitor o qual é ligado da forma mostrada na figura 1.

Neste circuito, a variação da resistência do potenciômetro coloca no circuito o capacitor que permite a, passagem de parte dos sinais das frequências mais altas, ou seja, os agudos. Este circuito atua sobre os agudos retirando-os de modo que, no final, o som se torna mais grave.
Na posição de máxima resistência o som é normal, e na posição de menor resistência o som tende a ser mais grave.
A análise deste circuito, se não houver atuação, resume-se simplesmente na prova do potenciômetro e na verificação do capacitor, que pode estar aberto.
Um controle de tonalidade mais sofisticado, com atuação sobre os graves e agudos, é mostrado na figura 2.

Neste circuito ativo, temos tanto o reforço como a atenuação de graves e agudos feitos por potenciômetros independentes.
Se um dos controles não atuar, devemos verificar os potenciômetros correspondentes e também os capacitores. Porém, se os dois controles não atuarem, devemos verificar a entrada comum e também o transistor amplificador.












