O LED nada mais é do que um diodo, mas um diodo especial que emite luz, daí seu nome ”Diodo Emissor de Luz" ou em inglês Light Emitting Diode.

Trata-se de um cristalzinho de arseneto de gálio (GaAs) que ao ser percorrido por uma corrente emite luz. A cor da luz depende da presença de impurezas no cristal. (figura A)

 


 

 

 

Conforme a natureza do cristal, ou seja, a quantidade e tipo de impureza, o LED só começa a conduzir a corrente com certa tensão.

Esta tensão varia entre 1,6 V para os vermelhos até perto de 2 V para os verdes, ficando os amarelos em torno de 1,8 V.

Importante na ligação do LED numa fonte de alimentação é a sua polaridade.

Se houver inversão ele não conduz e o LED não acende. A marca de polaridade é dada pela parte chata do invólucro ou então pelo terminal mais curto que corresponde ao negativo.

Nos circuitos que usam LEDs com alimentação acima da exata em que ele conduz deve ser usado um resistor limitador em série, conforme mostra a figura 8.

 


 

 

 

Sem este resistor o LED conduzirá uma corrente excessiva e então irá queimar. Os valores dos resistores dependem tanto da tensão de alimentação usada, como também da corrente do LED que tipicamente se situa entre 20 mA e 50 mA no máximo.

 

 

 

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